Essa é a letra de uma música que fiz com meu amigo Glauco Luz....Fizemos a letra juntos e coloquei a melodia depois!
Tá no Cd MUITO TUDO do Glauco, à venda na TOCATA!!
FALO EM VOZ ALTA, ANDO DEPRESSA
PERCO A CABEÇA DO INÍCIO AO FIM
NÃO SOU DE MUITA CONVERSA
NÃO INTERESSA, GASTAR MEU LATIN
NÃO TENHO TEMPO PRA UM COMPROMISSO
EU MAL TENHO TEMPO PRA MIM
TALVEZ EU SEJA SÓ ISSO
MAS DESDE O INÍCIO EU DISSE QUE SOU ASSIM
GOSTO DE GENTE, MAS DE REPENTE
QUERO É VOLTAR PRO LUGAR DE ONDE EU VIM
EU QUASE SEMPRE SOU UM BICHO NOTURNO
E ME ENFURNO EM UM BOTEQUIM
NA NOITE EU APRONTO, DE DIA EU DURMO
QUEM ME CONHECE É QUE SABE DE MIM
TALVEZ EU TENHA UM MONTE DE VÍCIO
MAS DESDE O INÍCIO EU DISSE QUE SOU ASSIM
domingo, 15 de novembro de 2009
quarta-feira, 29 de julho de 2009
GLAUCO ILUMINADO
O que diferencia e destaca o trabalho poético de Glauco Luz de muita coisa que se vê por aí, é que sua inspiração encontra ferramentas para se expressar, por causa de toda bagagem cultural e literária que ele acumulou durante a vida. Ele é um estudioso das artes, da história, da boa poesia, da métrica e do ritmo intrínseco das palavras, das sintaxes e de todo o universo lingüístico que o cerca.
Pode-se sentir o pulsar melódico em sua poesia, o que, de uma certa forma, torna muito fácil o trabalho de seus parceiros, que encontram a melodia incrustada em suas letras. Tudo aquilo que inquieta e borbulha em sua alma, grita em forma de um escrita clara e precisa, que consegue se manifestar pela sua imensa capacidade e técnica de organizar as palavras e transformar sua inspiração em um fazer poético dos mais prodigiosos.
Glauco não brinca de ser poeta, ele estuda e analisa cada frase, cada palavra, para que elas possam transmitir o significado a que foram destinadas. E esse processo é lento, pois ele muda muitas vezes a letra, mesmo depois da música pronta... nunca encerrando-a, apenas se cansando ou desistindo dela, pois seu perfeccionismo e seu compromisso com sua obra é tanto, que para ele, ela nunca está totalmente acabada... Mas, os amigos estão sempre à sua volta, para fazê-lo acreditar que ele já a terminou!
E, por fim, o divino que o inspira encontra em sua mente privilegiada o caminho para nos brindar com tamanha poesia.
Pode-se sentir o pulsar melódico em sua poesia, o que, de uma certa forma, torna muito fácil o trabalho de seus parceiros, que encontram a melodia incrustada em suas letras. Tudo aquilo que inquieta e borbulha em sua alma, grita em forma de um escrita clara e precisa, que consegue se manifestar pela sua imensa capacidade e técnica de organizar as palavras e transformar sua inspiração em um fazer poético dos mais prodigiosos.
Glauco não brinca de ser poeta, ele estuda e analisa cada frase, cada palavra, para que elas possam transmitir o significado a que foram destinadas. E esse processo é lento, pois ele muda muitas vezes a letra, mesmo depois da música pronta... nunca encerrando-a, apenas se cansando ou desistindo dela, pois seu perfeccionismo e seu compromisso com sua obra é tanto, que para ele, ela nunca está totalmente acabada... Mas, os amigos estão sempre à sua volta, para fazê-lo acreditar que ele já a terminou!
E, por fim, o divino que o inspira encontra em sua mente privilegiada o caminho para nos brindar com tamanha poesia.
domingo, 26 de abril de 2009
Pesquisa experimental: Por que não?
Se pensarmos em saúde e nos paradigmas para que novas verdades sejam estabelecidas, nos vem logo a idéia de pesquisa científica, pois é ela quem tira qualquer novo conceito das margens do empirismo, e dá sustentação à novas ou velhas idéias. Remoer um mesmo conceito é justamente o que o torna mais embasado e quanto mais uma mesma hipótese for confirmada, mais ela se torna verdadeira. No entanto, há uma certa polêmica em relação as pesquisas que envolvem experimentação animal!
E o que penso de tudo isso? É que, se formos olhar em volta, quase tudo que consumimos, principalmente no que se refere à medicamentos, são testados antes em animais! Mas, e quanto aos abusos cometidos em prol da gastronomia, ninguém se importa? Será que todos que protestam em relação à experimentação animal em pesquisa científica são vegetarianos ou comem carne? Será que usam ou não algum tipo de medicamento ou sapatos e utensílios de couro? E se comem carne, será que investigam a forma de abate desses animais? E se são vegetarianos, será que fazem algo para que haja menos atrocidades no universo culinário, ou apenas deixam de comer carne? O que pra mim em termos de protesto não vale de muita coisa e não poupará a vida do boi!
Às vezes as pessoas levantam bandeiras e lutam por coisas que nem conhecem a fundo e se apegam a suposições infundadas! Infelizmente! Se fizermos um passeio pela gastronomia, há muito mais pelo que se protestar, por exemplo: existe um patê de fígado de ganso chamado de “foie gras”, que consiste em submeter o animal a uma alimentação forçada durante 4 semanas, através de um tubo gástrico colocado de maneira brutal garganta a dentro, o que resulta num aumento do fígado deste animal em até 6 ou 12 vezes a mais do que o tamanho normal desse órgão, e leva o mesmo a desenvolver uma lipidose hepática, que é um tipo de doença do fígado caracterizada por excesso de gordura, principalmente ácido palmítico, que digamos de passagem, não é das gorduras mais saúdáveis, pois eleva bastante os níveis de colesterol.
Há outra peripécia culinária bem conhecida aqui no nordeste: a “galinha à cabidela”, que consiste num prato praparado com o sangue da ave e que é obtido com bastante sofrimento do animal, pois sua garganta é cortada com o bicho ainda vivo (pois o sangue flui melhor enquanto o coração ainda está pulsando!). Posso citar muitos outros exemplos de atrocidades gastronômicas, mas parece que o ser humano em prol de satisfazer seus desejos alimentares não se importa muito em procurar a origem do que come e como esse prato chegou à sua mesa!
Enfim...Acho que os cientistas não são os vilões no que diz respeito aos tratos com os animais, principalmente porque qualquer projeto que envolva experimentação animal, antes de ser realizado, tem que passar por um comitê de ética para que possa ser então aprovado! E tem mais, as pesquisas realizadas com animais são com o intuito de salvar vidas humanas, o que no meu ponto de vista não pode apresentar tanta perplexidade nesse mundo que ainda se alimenta de bichos mortos!!
E, se vc quer mesmo começar a protestar posso te dar uma dica, apoie a campanha “Manifesto pela abolição do Fois Gras”:
http://www.stopgavage.com/pt/assinar.php
Eu protestei...Deixe sua assinatura lá também!
E o que penso de tudo isso? É que, se formos olhar em volta, quase tudo que consumimos, principalmente no que se refere à medicamentos, são testados antes em animais! Mas, e quanto aos abusos cometidos em prol da gastronomia, ninguém se importa? Será que todos que protestam em relação à experimentação animal em pesquisa científica são vegetarianos ou comem carne? Será que usam ou não algum tipo de medicamento ou sapatos e utensílios de couro? E se comem carne, será que investigam a forma de abate desses animais? E se são vegetarianos, será que fazem algo para que haja menos atrocidades no universo culinário, ou apenas deixam de comer carne? O que pra mim em termos de protesto não vale de muita coisa e não poupará a vida do boi!
Às vezes as pessoas levantam bandeiras e lutam por coisas que nem conhecem a fundo e se apegam a suposições infundadas! Infelizmente! Se fizermos um passeio pela gastronomia, há muito mais pelo que se protestar, por exemplo: existe um patê de fígado de ganso chamado de “foie gras”, que consiste em submeter o animal a uma alimentação forçada durante 4 semanas, através de um tubo gástrico colocado de maneira brutal garganta a dentro, o que resulta num aumento do fígado deste animal em até 6 ou 12 vezes a mais do que o tamanho normal desse órgão, e leva o mesmo a desenvolver uma lipidose hepática, que é um tipo de doença do fígado caracterizada por excesso de gordura, principalmente ácido palmítico, que digamos de passagem, não é das gorduras mais saúdáveis, pois eleva bastante os níveis de colesterol.
Há outra peripécia culinária bem conhecida aqui no nordeste: a “galinha à cabidela”, que consiste num prato praparado com o sangue da ave e que é obtido com bastante sofrimento do animal, pois sua garganta é cortada com o bicho ainda vivo (pois o sangue flui melhor enquanto o coração ainda está pulsando!). Posso citar muitos outros exemplos de atrocidades gastronômicas, mas parece que o ser humano em prol de satisfazer seus desejos alimentares não se importa muito em procurar a origem do que come e como esse prato chegou à sua mesa!
Enfim...Acho que os cientistas não são os vilões no que diz respeito aos tratos com os animais, principalmente porque qualquer projeto que envolva experimentação animal, antes de ser realizado, tem que passar por um comitê de ética para que possa ser então aprovado! E tem mais, as pesquisas realizadas com animais são com o intuito de salvar vidas humanas, o que no meu ponto de vista não pode apresentar tanta perplexidade nesse mundo que ainda se alimenta de bichos mortos!!
E, se vc quer mesmo começar a protestar posso te dar uma dica, apoie a campanha “Manifesto pela abolição do Fois Gras”:
http://www.stopgavage.com/pt/assinar.php
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